No Curso de Medicina, o professor se dirige ao aluno e pergunta:
- Quantos rins nós temos?
- Quatro! Responde o aluno.
- Quatro? Replica o professor, arrogante, daqueles que sentem prazer em tripudiar sobre os erros dos alunos.
- Tragam um feixe de capim, pois temos um asno na sala, ordena o professor a seu auxiliar.
- E para mim um cafezinho! Replicou o aluno ao auxiliar do mestre.
O professor ficou irado e expulsou o aluno da sala. O aluno era Aparício Torelly Aporelly (1895-1971), o 'Barão de Itararé'. Ao sair da sala, o aluno ainda teve a audácia de corrigir o furioso mestre:
- O senhor me perguntou quantos rins 'NÓS TEMOS'. 'NÓS' temos quatro: dois meus e dois seus. 'NÓS' é uma expressão usada para o plural. Tenha um bom apetite e delicie-se com o capim.

Moral da História:
A VIDA EXIGE MUITO MAIS COMPREENSÃO DO QUE CONHECIMENTO. Às vezes as pessoas, por terem um pouco a mais de conhecimento ou acreditarem que o tem, se acham no direito de subestimar os outros...
E haja capim!!!



Clique no read more e se delicie. É só o episódio 1, depois tem mais



Fonte:http://blogs.band.com.br/kids/



 Ingrediente indispensável da brasileiríssima feijoada e do caldo verde, que herdamos de Portugal, a couve, além de ser
barata e fácil de encontrar em todo o país, oferece vários benefícios. Surpresa? Nós também ficamos. A questão é
quanto mais os especialistas estudam essa verdura, mais surgem vantagens.
Chega a parecer uma bula de remédio: a couve é antiinflamatória e cicatrizante. E, superimportante, ajuda a fixar o cálcio nos ossos.
De onde vêm esses poderes? Dos glicosinolatos, fitoquímicos naturais que, por terem ação desintoxicante, estimulam o organismo a se livrar
até mesmo das substâncias cancerígenas, além de fortalecer o sistema imunológico. A partir daí, tudo funciona melhor. Quando você coloca a verdura no prato, também se serve de uma variedade incrível de vitaminas e minerais que combinados aos fitoquímicos, favorece a absorção dos outros nutrientes da refeição, especialmente do cálcio.
Nesse aspecto, a nutricionista Denise Madi Carreiro, de São Paulo, chega a comparar a folha ao leite materno.
Denise, que é conselheira do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, afirma que a couve é um alimento até mais adequado para os ossos que o leite de vaca.
“Além de ter cálcio e magnésio, ela carrega esses dois minerais na proporção adequada”, explica a nutricionista. O que isso significa?
O funcionamento de todos os neurotransmissores, sem exceção. É por isso que sem ele você se sente desanimada e
até mal-humorada.
Na couve, o magnésio faz parte da clorofila – substância que dá a cor verde à folha e com potencial de renovar as células
do nosso organismo. Quer dizer que a verdura tem mais essa vantagem: rejuvenesce. Depois de descobrir todos os poderes
dela, a gente fica até com vontade de fazer uma “plantação” em casa.
Aproveite para colocar a couve mais vezes no seu cardápio. Você vai perceber a diferença na pele, no pique e na balança!
cálcio precisa do magnésio na medida certa para conseguir exercer suas funções, entre elas, formar a massa óssea.
O leite de vaca tem nove vezes menos magnésio e três vezes mais cálcio do que a proporção necessária. Segundo Denise,
isso faz com que o cálcio do leite tenha dificuldade de se fixar no nosso esqueleto.
“Pior, ele rouba o magnésio existente no organismo.
 E, como a maior parte desse mineral fica concentrada dentro do osso, consumir mais cálcio do que magnésio
aumenta o risco de perda de massa óssea. Daí para a osteoporose é um pulo”, diz a especialista.
O magnésio ainda é parceiro do cálcio em várias outras tarefas: ajudar o corpo a se livrar do acúmulo de gordura,
manter a pressão arterial sob controle, regular a ação de hormônios e controlar os movimentos dos músculos
(o cálcio contrai a musculatura e o magnésio relaxa). Além disso, o magnésio é fundamental para a formação e:

• combate a celulite                  • ajuda a eliminar a gordura               • regula os hormônios
• melhora o humor                   • desintoxica







"Ninguém é igual a ninguém. Todo ser humano é um estranho ímpar."

- Carlos Drumond de Andrade -

 Época da ditadura ....

Na época da 'chamada' ditadura...
Podíamos namorar dentro do carro até a meia- noite sem perigo de
sermos mortos por bandidos e traficantes.
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos ter o INPS como único plano de saúde sem morrer a míngua nos
corredores dos hospitais.
Mas não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos comprar armas e munições à vontade, pois o governo sabia quem
era cidadão de bem,quem era bandido e quem era terrorista,
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos paquerar a funcionária, a menina das contas a pagar ou a
recepcionista sem correr o risco de sermos processados por “assédio
sexual”,
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Não usávamos eufemismos hipócritas para fazer referências a raças (ei!
negão!), credos (esse crente aí!) ou preferências sexuais (fala! sua
bicha!) e não éramos processados por “discriminação” por isso,
Mas, não podíamos falar mal do presidente.

Podíamos tomar nossa redentora cerveja no fim do expediente do
trabalho para relaxar e dirigir o carro para casa, sem o risco de
sermos jogados à vala da delinqüência, sendo preso por estar
“alcoolizado”,
Mas, não podíamos falar mal do Presidente.

Podíamos cortar a goiabeira do quintal, empesteada de taturanas, sem
que isso constituísse crime ambiental,
Mas, não podíamos falar mal do presidente.


Passamos por períodos de Estado de Sítio (quando existe toque de recolher e proibiçao de reunioes) aproximadamente três vezes enquanto que hoje na maioria das metropoles vivemos em estado de sitio permanente imposto pelos bandidos.

Podíamos ir a qualquer bar ou boate, em qualquer bairro da cidade, de

carro, de ônibus, de bicicleta ou a pé, sem nenhum medo de sermos
assaltados, sequestrados ou assassinados,
Mas, não podíamos falar mal do presidente.



Ao longo de 20 anos de ditadura "assassina" foram eliminadas aproximadamente 800 pessoas que se opunham ao regime e que sabiam dos riscos que corriam. Hoje são assassinadas 130 pessoas por dia, desde bebês até idosos, pelo crime de serem pessoas comuns.

Mas agora eu posso falar mal do presidente.

  Hoje a única coisa que podemos fazer...
...é falar mal do presidente!

que merda !